Mesmo com o desempenho esportivo do time profissional sendo bem abaixo do esperado pelo torcedor, o Grêmio tem um excelente motivo para comemorar: A sequência de jovens oriundos das categorias de base. Além da contribuição em campo, os diversos nomes que foram lançados ao elenco profissional nos últimos anos também auxiliaram muito no campo financeiro.
Justamente pensando em melhorar o processo de captação de jovens jogadores e visando aumentar o potencial de arrecadação com este departamento, a direção tricolor realizou algumas mudanças e, dentre elas, está o maior investimento nos profissionais responsáveis pela observação destes talentos no Brasil.
De acordo com informação divulgada primeiramente pelo GE, o Grêmio optou por dobrar o número de observadores em território brasileiro. Inicialmente, o clube tinha apenas seis profissionais com esta função.
O objetivo desta alteração é descobrir jogadores antes dos demais clubes. Por isso, a ideia do clube é ter uma rede maior de observação em regiões estratégicas do Brasil, como no interior paulista, por exemplo.
A partir de agora, o clube contará com 12 observadores. Com isso, o clube também pode diminuir o período em que o jogador ficará em testes em Porto Alegre. Com uma decisão mais rápida, o alojamento pode receber um fluxo maior de atletas. Atualmente, uma parte dos quartos é reservada para atletas em teste.
Essa mudança faz parte do projeto de valorizar as categorias de base e foco na formação para alavancar as receitas. São 17 núcleos de captação, 16 deles no Brasil (cinco no RS e um em SC, PR, SP, RJ, DF, MT, AL, PB, RN, CE e MA) e um na Cidade do Panamá.
O Grêmio ainda conta com 72 escolas conveniadas pelo Brasil. Essas estruturas obrigatoriamente dão preferência ao clube quando aparece algum interessado nos aspirantes a atletas. Cabe ao Tricolor, então, definir pela incorporação na estrutura da base do clube ou não.
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