O principal objetivo da direção do Grêmio, liderada pelo presidente Odorico Roman e pelo executivo de futebol Paulo Pelaipe, é avançar em um importante processo que está ativo desde o início do ano: A reformulação no elenco comandado pelo técnico português Luis Castro.
Mais de 20 jogadores já deixaram o clube desde a chegada dos novos dirigentes, em dezembro de 2025. E nesta janela de transferências, o clube trabalha para reduzir consideravelmente o valor da folha salarial, que chegou a superar a casa dos R$ 25 milhões mensais.
Para isso, entretanto, houve uma mudança importante na estratégia adotada pela direção tricolor visando as saídas de alguns jogadores que estão fora dos planos para o 2º semestre.
Grêmio muda estratégia para acelerar saídas do elenco
Inicialmente, a ideia da direção do Grêmio era não realizar rescisões de contrato. Diferentemente do que aconteceu no início da temporada, quando o clube assumiu seguir pagando alguns atletas para a quebra antecipada dos contratos, desta vez a avaliação inicial era de aguardar ofertas por nomes que não serão aproveitados.
O principal caso era o do meia Willian. Dono do 2º maior salário do elenco, o camisa 10 era um nome que o clube tinha o desejo de negociar nesta janela e, desde junho, aguardou a chegada de propostas oficiais para a liberação.
Com a ausência de ofertas, a direção gremista já iniciou conversas com o jogador e seus representantes para tratar da rescisão de contrato. Neste cenário, mesmo reduzindo o pagamento mensal ao jogador, o parcelamento deve ir além do fim do contrato, que tinha duração até dezembro.
Outros jogadores também podem entrar neste mesmo cenário. O zagueiro Balbuena, o volante Dodi, além dos laterais João Pedro e Marcos Rocha, são alguns nomes que possuem pouca perspectiva de aproveitamento no 2º semestre.
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