O rebaixamento do Grêmio para a 2ª divisão do Campeonato Brasileiro aumentou ainda mais as críticas para alguns jogadores que não deram certo vestindo a camisa tricolor. Um destes é o lateral-esquerdo Diogo Barbosa, que tem um dos contratos mais caros feitos recentemente pelo clube.

Contratado em 2020 junto ao Palmeiras, o jogador de 29 anos de idade ainda não rendeu o esperado pela torcida. Além disso, seu custo é considerado alto dentro do padrão atual do tricolor, que cortou gastos por conta do descenso. Entretanto, Diogo pode custar ainda mais dinheiro para o clube.

Para contratá-lo, o Grêmio pagou R$ 10 milhões por 25% de seus direitos econômicos. O contrato prevê ainda que, caso o lateral-esquerdo atue por 60% dos jogos da temporada, o clube precisará pagar 750 mil euros (R$ 3,9 milhões na cotação atual) por mais 25% de seu passe.

Diogo Barbosa em ação pelo Grêmio. (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)
Diogo Barbosa em ação pelo Grêmio. (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)

Diogo Barbosa não atingirá cláusula, assim como em 2021

A cláusula que obriga o Grêmio a comprar um percentual maior de Diogo Barbosa também era prevista para o ano de 2021. Entretanto, o jogador não atuou a quantidade necessária de partidas para ativar este gatilho e a tendência é de que nesta temporada também não seja.

Pela sua baixa utilização, Diogo é uma das prioridades do Grêmio para saídas nesta janela de transferências. Todavia, ainda não houve nenhuma sondagem ou proposta por seu futebol, principalmente pelo seu alto salário: cerca de R$ 400 mil.

Diogo Barbosa tem contrato com o Grêmio até dezembro de 2023. Nesta temporada, atuou em 15 jogos e foi campeão gaúcho e da Recopa Gaúcha,