O grande foco da direção do Grêmio está em acertar a saída de jogadores que estão fora dos planos ou com pouca perspectiva de aproveitamento no time comandado pelo técnico Luis Castro. Um desdes atletas é o centroavante Matias Arezo, que tem seu futuro indefinido e é alvo de uma polêmica no futebol uruguaio.
Na última quarta-feira (7), o técnico do Peñarol, Diego Aguirre, concedeu entrevista coletiva e declarou que a permanência de Arezo, neste momento, não estava entre as suas prioridades. Tal fala aumentou a indefinição, principalmente pela questão financeira.
Embora os clubes já tenham acertado a ampliação do empréstimo do jogador até dezembro deste ano, os contratos não foram assinados. Por isso, existe uma divergência entre o treinador e a direção do clube uruguaio para a permanência ou não do jogador.
O imbróglio no Peñarol pela permanência de Arezo
O acordo firmado entre Grêmio e Peñarol por Matias Arezo tem os seguintes termos:
- Novo empréstimo até dezembro de 2026;
- Opção de compra fixada em 3.5 milhões de dólares (R$ 17,8 milhões);
- Cláusula de obrigação de compra caso o Peñarol vá até as quartas de final da Libertadores de 2026;
- Pagamento de 400 mil dólares (R$ 2,2 milhões) à vista como taxa de empréstimo
Após acertar verbalmente a negociação com o Grêmio, o Peñarol ainda não assinou a documentação. Por isso, o jogador inclusive não está realizando a pré-temporada com o clube uruguaio e recentemente, foi alvo de procura de outras equipes.
O Junior Barranquilla, da Colômbia, foi um dos interessados. Entretanto, o desejo do jogador em não atuar no futebol colombiano neste momento dificulta um avanço nas conversas neste momento.
Matias Arezo tem contrato com o Grêmio até dezembro de 2028. O jogador foi comprado pelo tricolor no meio de 2024, com um custo de aproximadamente 3 milhões de dólares (R$ 18 milhões na cotação da época) por 50% dos seus direitos econômicos.
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