A vitória sobre o Confiança trouxe mais do que três pontos para o Grêmio. O resultado marcou uma mudança clara na forma de jogar da equipe.

O técnico Luís Castro iniciou um novo desenho tático. E o principal destaque foi o retorno da função de camisa 10.

Gabriel Mec ganha protagonismo no Grêmio

A primeira escolha para a função foi Gabriel Mec. O meia de 18 anos atuou centralizado, com liberdade para circular pelo ataque.

A ideia é clara. Dar mais criatividade ao time. Mec passa a atuar mais perto dos atacantes, buscando passes decisivos e infiltrações. O movimento também valoriza uma característica forte do jogador: a visão de jogo.

Dois volantes dão sustentação

A mudança não acontece sozinha. O meio-campo ganhou uma nova base. Com dois volantes mais recuados, o time fica mais protegido. Essa estrutura ajuda na marcação e evita espaços para contra-ataques.

Na prática, o Grêmio se aproxima de um 4-3-3 mais equilibrado. O time ganha controle e perde menos em transições defensivas.

Outras opções entram no radar

Luís Castro não pensa em apenas uma solução. O elenco oferece alternativas. Riquelme aparece como opção da base para a função. Já Willian, quando voltar de lesão, também pode ser testado por dentro.

Por outro lado, Monsalve tem perfil mais aberto. Isso dificulta sua adaptação como organizador central.

Tetê pode ganhar nova função

Outra ideia em estudo envolve Tetê. Mesmo sendo ponta, ele pode atuar mais por dentro. A mudança abriria novas possibilidades no ataque. Além disso, deixaria o time mais imprevisível.

Tendência para o próximo jogo

Para o duelo contra o Coritiba, a tendência é manter o modelo que funcionou na Copa do Brasil. Com isso, Gabriel Mec deve seguir como titular. A sequência pode ser decisiva para consolidar o novo sistema.

Novo caminho em construção

O Grêmio ainda busca regularidade. Mas os sinais de mudança são claros. A volta do camisa 10 pode ser o início de uma nova fase. E o torcedor já começa a ver um time diferente em campo.