O Grêmio atingiu uma marca histórica com a arrecadação de patrocínios no uniforme. Com a chegada da Pitaco como nova patrocinadora máster e a renovação de contratos já existentes, o clube passa a receber cerca de R$ 100 milhões por temporada com a exploração comercial da camisa.
O valor representa o maior faturamento da história do Tricolor nesse segmento. A arrecadação também coloca o Grêmio entre os cinco clubes que mais recebem por espaços publicitários nos uniformes do futebol brasileiro.
Apesar do avanço, a distância financeira para Flamengo, Palmeiras e Corinthians ainda é significativa. Em relação a outros grandes clubes, porém, o Tricolor apresenta números próximos, mesmo em um mercado com menor capacidade de atrair investimentos.
Pitaco vai render cerca de R$ 40 milhões por ano
O novo contrato com a Pitaco, empresa do setor de apostas esportivas, prevê uma receita de aproximadamente R$ 40 milhões anuais pela exposição da marca na parte principal da camisa gremista.
O acordo foi anunciado pelo clube como uma parceria de longo prazo e representa uma das principais negociações comerciais do Grêmio em 2026.
O CEO Alex Leitão destacou a importância do contrato para valorizar o uniforme e ampliar as receitas do clube. Segundo o dirigente, a negociação reúne as condições comerciais e contratuais buscadas pela direção e coloca a camisa gremista entre as mais valorizadas do futebol nacional.
Grêmio amplia receitas com novos patrocinadores
Além da Pitaco, o Tricolor também aumentou a arrecadação com a renovação do contrato com o Banrisul e a renegociação de acordos firmados em temporadas anteriores.
Em 2026, o clube passou a contar com cinco novos parceiros comerciais nos espaços do uniforme:
- Coral;
- Havan;
- Unifique;
- Ingresso;
- Pitaco.
A combinação desses acordos elevou a receita anual com patrocínios para aproximadamente R$ 100 milhões.
Grêmio acelera acordo diante de incertezas no mercado de apostas
A negociação com a Pitaco também ocorreu em meio às incertezas envolvendo o mercado de apostas esportivas no Brasil. A possibilidade de uma medida provisória do governo federal que proíba a operação das chamadas bets no país levou o Grêmio a acelerar as tratativas.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o contrato foi estruturado considerando diferentes cenários jurídicos. Caso seja estabelecido um período de transição antes de uma eventual proibição, o clube espera manter o acordo e receber os valores previstos.
Se houver um veto definitivo, a marca poderá ser retirada do uniforme, conforme as condições contratuais.
A direção gremista entende que a assinatura antecipada do contrato oferece maior segurança jurídica diante das possíveis mudanças na legislação.
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