O auxiliar técnico do Grêmio, Alexandre Mendes, segue preso preventivamente em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, enquanto aguarda uma decisão da Justiça sobre seu caso. Ele foi detido na quinta-feira (8), após a chegada da delegação tricolor à capital gaúcha, por descumprimento de uma medida protetiva solicitada pela ex-companheira.
A defesa apresentou um pedido para revogar a prisão preventiva, mas ainda não há prazo para a análise. Conforme informações publicadas pelo portal GZH, caso o pedido seja aceito, Mendes poderá ter de usar tornozeleira eletrônica. Também existe a possibilidade de a Justiça conceder a liberdade sem impor essa condição.
Como é a unidade prisional onde está Alexandre Mendes
Mendes está na Penitenciária Estadual de Canoas I (Pecan), que utiliza uniforme laranja para os detentos. Por questões de segurança, não foram divulgados detalhes específicos sobre a situação do auxiliar dentro da unidade.
A estrutura do presídio prevê celas com beliches e capacidade inicialmente planejada para oito detentos por espaço. Na chegada, os presos recebem itens básicos, como caneca, prato, chinelos, lençol, cobertor, travesseiro, toalhas e uniforme com a identificação da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).
Presídio de Canoas tem capacidade para 581 detentos
Ampliada após obras concluídas em 2022, a Penitenciária Estadual de Canoas I passou a contar com 581 vagas. A estrutura possui espaços destinados ao atendimento de advogados, refeições, banho de sol, estudos e atividades de trabalho.
Inicialmente planejada para receber presos considerados de menor periculosidade, a unidade também passou a abrigar detentos ligados a facções criminosas.
A situação de Alexandre Mendes agora depende da análise judicial do pedido apresentado pela defesa. Até que haja uma decisão, o auxiliar técnico permanece sob prisão preventiva.
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