O Grêmio analisou a possibilidade de contratar Paulo Henrique, mas recuou. Após consultas iniciais, o Vasco fixou o preço em 6 milhões de euros, cerca de R$ 36 milhões. O clube carioca também descartou receber jogadores como parte do pagamento. A pedida foi considerada alta pela direção gremista, que decidiu não avançar.

Segundo apuração do portal GZH, o nome do lateral-direito de 29 anos chegou ao departamento de futebol por meio de intermediários. A posição vinha sendo debatida internamente. Em 2026, João Pedro e Marcos Rocha ainda não conseguiram sequência e o tema ganhou força nos bastidores.

Valor assustou o Grêmio e negócio travou

A negociação foi conduzida em bom nível. O executivo Paulo Pelaipe conversou diretamente com Ademar Lopes, dirigente do Vasco. O valor solicitado, porém, travou qualquer evolução. A cifra é vista como reflexo da valorização do jogador, que chegou a ser lembrado pela Seleção Brasileira no segundo semestre do ano passado.

Mesmo reconhecendo a necessidade de reforçar o setor, o Grêmio adotou cautela. O clube não pretende fazer novos aportes relevantes neste momento. A estratégia é aguardar a janela do meio do ano. A ideia é buscar uma alternativa mais acessível e em condições financeiras melhores. Um meia também segue no radar para o segundo semestre.

Até o encerramento do período de inscrições, movimentos não estão descartados. Internamente, a orientação é clara. Só serão avaliados negócios de oportunidade. Sem custos elevados ou dentro de modelos viáveis, como trocas.

Na atual temporada, o Grêmio priorizou contratações maiores. Casos de Tetê e Enamorado, viabilizados com recursos próprios. O clube também assegurou as chegadas de Nardoni e Leonel Pérez, operações que contaram com apoio de investidor. A direção mantém o planejamento. Reforçar o elenco, mas sem comprometer o equilíbrio financeiro.