Diego Caito chegou ao Grêmio dentro de uma nova estratégia da direção para reforçar o elenco. Aos 22 anos, o lateral-direito deixou o Goiás e passou a disputar espaço no time comandado por Luís Castro.

Além do desempenho dentro de campo, o salário do jogador também chama atenção. Segundo informações da Rádio Gaúcha, Caito recebe aproximadamente R$ 75 mil por mês no Tricolor. O valor coloca o lateral entre os jogadores de menor custo salarial do elenco e reforça a política de redução da folha adotada pelo clube.

Salário de Caito é inferior ao de João Pedro no Grêmio

A diferença fica ainda mais evidente quando o salário de Caito é comparado ao de outros jogadores da posição. João Pedro, que perdeu espaço no elenco gremista, recebe cerca de R$ 370 mil mensais, segundo as mesmas informações. O valor é quase cinco vezes superior ao vencimento atribuído a Diego Caito.

A chegada do novo lateral faz parte do processo de reformulação do grupo. O Grêmio busca jogadores mais jovens, com potencial de evolução e custos considerados mais baixos.

Quanto o Grêmio pagou por Diego Caito?

O Grêmio acertou a chegada de Caito junto ao Goiás em uma operação que pode chegar a R$ 5 milhões. Inicialmente, o clube gaúcho desembolsou R$ 3 milhões para adquirir 30% dos direitos econômicos do jogador. O acordo prevê ainda o pagamento de mais R$ 2 milhões para a aquisição de outros 20%.

Com o cumprimento do acordo, o Grêmio ficará com 50% dos direitos econômicos do lateral, enquanto o Goiás manterá a outra metade.

Caito ganha espaço no time de Luís Castro

A contratação ganhou ainda mais importância após o jogador receber oportunidades com Luís Castro. Caito estreou pelo Grêmio contra o Fluminense e marcou o gol do Tricolor no empate em 1 a 1.

Desde então, o lateral passou a ser observado com mais atenção pela comissão técnica. O desempenho também aumentou a disputa pela lateral direita, que conta com outras opções no elenco. A aposta do Grêmio, portanto, combina dois fatores: um jogador jovem, com margem para evolução, e um salário considerado baixo dentro da realidade atual do futebol brasileiro.