O Grêmio venceu a Chapecoense por 3 a 1 e conquistou três pontos importantes na luta para se afastar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Apesar do resultado positivo, a atuação de alguns jogadores voltou a gerar questionamentos.

Um dos principais casos é o de Martin Braithwaite. O dinamarquês teve mais uma oportunidade para encerrar a seca de gols, mas novamente passou em branco. O atacante agora soma 13 partidas consecutivas sem marcar pelo Grêmio. São quase 800 minutos sem balançar as redes.

Braithwaite não marca desde maio

A sequência negativa chama atenção porque Braithwaite já teve oportunidades ao longo da temporada. Seu último gol pelo Grêmio aconteceu em 20 de maio, na vitória por 2 a 0 sobre o Palestino, na Arena, pela Copa Sul-Americana.

Desde então, o centroavante enfrentou Santos, City Torque, Corinthians, Mirassol, Bolívar, Fluminense, São Paulo, Bragantino, Inter e Chapecoense, entre outros jogos, sem conseguir marcar. Na temporada, os números também estão abaixo do esperado: quatro gols em 29 partidas.

Jogos da seca de Braithwaite

A sequência de 13 partidas sem gols inclui:

  • Santos
  • City Torque
  • Corinthians
  • Mirassol
  • Bolívar
  • Fluminense
  • Bolívar
  • Mirassol
  • Mirassol
  • São Paulo
  • Bragantino
  • Inter
  • Chapecoense

Total: 13 jogos sem marcar.

Carlos Vinícius ainda é a principal referência

Enquanto Braithwaite atravessa uma fase difícil, Carlos Vinícius segue como o principal goleador do Grêmio na temporada. O centroavante, porém, também vive um período de menor produção.

Luís Castro já afirmou que existe disputa pela posição. Na prática, porém, as últimas atuações de Braithwaite não deram força à ideia de uma mudança definitiva no comando do ataque.

O momento ganha ainda mais importância pela proximidade do GreNal 454. Grêmio e Inter decidem uma vaga na semifinal da Copa do Brasil na próxima quinta-feira (3), na Arena.

Para o Tricolor, recuperar seus atacantes pode fazer diferença justamente no jogo mais importante da semana. E Braithwaite terá pouco tempo para transformar a longa seca de gols em uma resposta dentro de campo.