O futuro do patrocínio máster do Grêmio com a Pitaco está cercado de incertezas após a publicação de uma Medida Provisória (MP) do Governo Federal que proíbe a operação das casas de apostas no Brasil.

As empresas do setor já articulam uma reação para tentar reverter a decisão. Enquanto isso, o Tricolor pode ter de retirar a marca de seu uniforme na retomada do Campeonato Brasileiro, prevista para 7 de outubro.

Bets preparam ações contra medida do governo

As casas de apostas trabalham em duas frentes para contestar a proibição. A primeira envolve uma possível ação coletiva no Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de questionar a constitucionalidade da medida. A segunda estratégia é política. As empresas pretendem atuar no Congresso Nacional, que terá 120 dias para decidir se aprova ou não o texto da MP.

A discussão em Brasília, no entanto, deve ocorrer somente após o primeiro turno das eleições.

Grêmio pode retirar a marca da Pitaco do uniforme

Com a proibição em vigor, o Grêmio não poderá estampar a marca da Pitaco na camisa no retorno do Brasileirão, em 7 de outubro, após a pausa para a Data Fifa. A situação ainda depende dos próximos desdobramentos políticos e jurídicos. O cenário é incerto, e o setor de apostas aguarda uma definição sobre o futuro da medida.

Patrocínios foram mantidos na Série B

Nos jogos da Série B disputados no último fim de semana, as marcas de casas de apostas continuaram aparecendo nos uniformes dos clubes. A manutenção ocorreu porque não houve tempo suficiente para realizar as alterações após a publicação da MP, na noite de sexta-feira.

O futuro dos contratos de patrocínio esportivo dependerá dos próximos passos do governo e da decisão do Congresso Nacional.