O ano de 2023 começou da melhor maneira possível para o Grêmio. Mais do que a volta à elite do futebol brasileiro, o alto número de contratações deu uma nova cara ao time comandado por Renato Portaluppi, que é o líder isolado do Gauchão e com 100% de aproveitamento na temporada.

Entretanto, a direção tricolor ainda não considera seu elenco como "fechado". Isso porque ainda existem possibilidades reais de saídas e também de chegadas, de acordo com as carências identificadas por Renato e pelo Departamento de Futebol, liderado por Paulo Caleffi (vice-presidente de futebol) e Antônio Brum (diretor de futebol).

Uma destas necessidades já foi identificada pelo clube: o lado direito de setor de ataque. Gustavinho e Everton Galdino, que foram contratados para a função, ainda não apresentaram rendimento suficiente, a ponto de Bitello ser improvisado neste início de Gauchão.

Renato ainda tem dúvidas sobre algumas posições do time titular do Grêmio. (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)
Renato ainda tem dúvidas sobre algumas posições do time titular do Grêmio. (Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA)

Limite financeiro e escassez de mercado dificultam busca do Grêmio

Na busca por um titular para a posição, o Grêmio esbarra em alguns fatores, sendo o principal deles o cenário financeiro complicado. Hoje, a folha salarial do tricolor é acima do projetado, ou seja, uma eventual chegada precisa estar dentro de uma realidade financeira relativamente acessível.

Michael, grande sonho da direção tricolor, está cada vez mais distante pela concorrência com outros clubes brasileiros (Palmeiras e Flamengo). Além disso, o Al-Hilal, seu clube atual, está resistente a liberar o atacante de 26 anos.